Projetar para a saúde mental é, acima de tudo, projetar para a vulnerabilidade. Quando um usuário abre um aplicativo de terapia, meditação ou suporte emocional, ele está expondo medos, ansiedades e fragilidades que muitas vezes não compartilha nem com pessoas próximas. Nesse cenário, a confiança digital não é um diferencial — é o alicerce que sustenta toda a experiência.

E é aí que a UX centrada em empatia deixa de ser um “bom ter” e se torna um requisito fundamental de design. Neste artigo, você vai aprender um framework prático para construir produtos digitais de saúde mental que priorizam a confiança em cada interação, desde a primeira tela até o suporte contínuo.

Jonas Nunes
Escrito por Jonas Nunes

Com mais de 5 anos trabalhando com desenvolvimento web, design e marketing digital, já passei por projetos dos mais variados, desde sites e e-commerces até landing pages focadas em vendas e conversão. Um dos meus trabalhos mais marcantes e atual é na V4 Company, na unidade top 2 do ranking nacional, onde mergulhei de vez no universo de assessoria de marketing e criativos que realmente geram resultado. Hoje, além dos projetos, também sou professor do curso Web & Design, ensinando pessoas a entrarem no mercado digital com confiança. Trabalho com PHP, WordPress, Elementor, Crocoblock, Figma e Photoshop, e adoro quando técnica e criatividade se encontram num projeto bem feito.