Projetar para a saúde mental é, acima de tudo, projetar para a vulnerabilidade. Quando um usuário abre um aplicativo de terapia, meditação ou suporte emocional, ele está expondo medos, ansiedades e fragilidades que muitas vezes não compartilha nem com pessoas próximas. Nesse cenário, a confiança digital não é um diferencial — é o alicerce que sustenta toda a experiência.
E é aí que a UX centrada em empatia deixa de ser um “bom ter” e se torna um requisito fundamental de design. Neste artigo, você vai aprender um framework prático para construir produtos digitais de saúde mental que priorizam a confiança em cada interação, desde a primeira tela até o suporte contínuo.